quarta-feira, 5 de maio de 2010







movimento do corpo pela libertação dos ritmos ouvidos;
descarga de energia que desenha o espírito;
criação de linhas invisíveis que seguem as ondulações que se definem;
força que contagia;
chocalhar de ideias e objectivos;
aceno de cabeça constante que confunde quem vê e não ouviu;
baloiçar repetitivo;
pequenos saltos e rodopios;
rodar de anca, bater das mãos e estalar dos dedos;
descrever formas no vazio;
quando nos sentimos marionetas de compassos e os braços se transformam em fios;
reacção corporal conduzida por um único sentido;
linguagem que transmite emoções na forma como se descodifica o ritmo.



domingo, 2 de maio de 2010

"...I happen to hate New Year's celebrations. Everybody desperate to have fun. Trying to celebrate in some pathetic little way. Celebrate what? A step closer to the grave? That's why I can't say enough times, whatever love you can get and give, whatever happiness you can filch or provide, every temporary measure of grace, whatever works. And don't kid yourself. Because its by no means up to your own human ingenuity. A bigger part of your existence is luck, than you'd like to admit. Christ, you know the odds of your fathers one sperm from the billions, finding the single egg that made you. Don't think about it, you'll have a panic attack..."

Boris Yellnikoff in Whatever Works