terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

“Numa explosão de vida ao longo de milhões de anos, esses primeiros organismos começaram a multiplicar-se. Até terem parado. Há 440 milhões de nãos, uma extinção em massa acabaria com quase todas as espécies do planeta, deixando os vastos oceanos dizimados e vazios. Lentamente, desenvolveram-se as plantas; depois, os insectos, para voltarem a desaparecer numa segunda extinção massiva da Terra. Este ciclo repetir-se-ia vezes em conta. Os répteis que trocavam o mar pela terra firme acabavam por morrer, e os dinossáurios lutavam pela sua sobrevivência, juntamente com as primeiras aves, peixes e plantas com flor. Foram a quarta e quinta extinção massiva ocorrida na Terra. Apenas há 100 mil anos surgiu o Homo Sapiens, o Homem. Desde as pinturas rupestres à Bíblia, a Colombo e à Apolo 11, temos constituído uma poderosa força na Terra e fora dela, catalogando o mundo natural que se nos revela, até alcançarmos uma população de mais de 5 mil milhões de seres todos descendentes daquela célula original, a primeira centelha de vida. Mas, por muitos conhecimentos que tenhamos, o que ninguém sabe de certeza é o quê, ou quem, terá ateado essa primeira centelha. Existirá algum plano, ou razão para a nossa existência? Cairemos, como os que nos antecederam, no esquecimento, numa sexta extinção que os cientistas nos dizem já se encontrar em curso?”



Scully in X-Files TV Series

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